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Multidão se reúne para ver rara passagem de trem-bala nas ruas

O vagão frontal de 2 níveis foi transportado em um reboque após a meia-noite 

Shinkansen1 E4

Uma multidão de fãs de trens de vários locais se reuniu na cidade de Niigata na noite do dia 20 de junho para testemunhar a rara visão da última jornada de um vagão de Shinkansen – nas ruas.

O vagão frontal de dois níveis da série E-4, que tem 25.7m de comprimento e 3.4m de largura, estava a caminho do Niitsu Railway Museum, onde começará sua segunda carreira como uma exibição a partir do próximo mês.

shinkansen3 E4

Transportado em um imenso reboque, o vagão deixou o pátio da East Japan Railway Co em Niigata logo após a meia-noite.

Após seguir seu caminho pelo meio de uma área residencial, o reboque com o vagão chegou ao museu, a cerca de 20km de distância, 3 horas depois.

O vagão serviu as linhas Joetsu Shinkansen e Tohoku Shinkansen, que ligam Tóquio ao nordeste do Japão, por 20 anos antes de ser aposentado.

shinkansen2 E4

A JR East planeja substituir todos os trens da série E-4, que atualmente estão operando apenas na linha Joetsu Shinkansen, por novos modelos até o final do ano fiscal de 2020.
Fonte e imagens: Portal Mie com Asahi

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Hamamatsu será a casa do judô brasileiro nos Jogos de Tóquio 2020

COB e CBJ fecharam parceria com japoneses para aclimatação da seleção olímpica

seleção brasileira judo
O Comitê Olímpico do Brasil e a Confederação Brasileira de Judô deram mais um passo no planejamento rumo aos Jogos de Tóquio 2020 e estabeleceram a cidade de Hamamatsu (Shizuoka) como base da seleção brasileira de judô para a aclimatação olímpica.

Na terça-feira (6), uma delegação com 19 atletas e a comissão técnica da equipe adulta embarcou para a cidade japonesa com o objetivo de conhecer e fazer os primeiros testes nas instalações esportivas que atenderão a seleção no período pré-Jogos. A equipe chegou em Hamamatsu nesta quinta e parte para treinamentos em Tóquio no dia 12 de junho.

“Vamos para testar a logística. Escolhemos um voo que vai por Nagoia, que é mais perto de Hamamatsu e é diferente do que costumamos fazer. Na saída de Hamamatsu, nossos equipamentos vão de caminhão para Tóquio, pois precisamos testar tempo e meios de transporte nesse trajeto. Testaremos também hospedagem, instalações esportivas e a alimentação com os atletas”, explicou Ney Wilson, gestor de alto rendimento da CBJ, que chefia a delegação nessa viagem. “Estamos muito adiantados se compararmos ao que fizemos no ciclo passado. Temos toda a estrutura que precisaremos e poderemos testá-la com três anos de antecedência.”

As negociações com Hamamatsu começaram em 2015, quando representantes da cidade contataram a CBJ. Em 2016, dirigentes brasileiros receberam o prefeito Yasutomo Suzuki na sede do COB, no Rio, e em novembro do mesmo ano a Confederação mandou uma comitiva à cidade para vistoriar as instalações.

“Vimos muitas vantagens na cidade, como o fato de terem uma grande comunidade brasileira, a maior do Japão. Isso traz facilidades, principalmente em relação à alimentação. A comunidade local também é muito unida e disposta a nos ajudar. Vamos tentar fazer uma pré-seleção de atletas locais para apoiarem os treinos da seleção brasileira no período em que ficarmos em Hamamatsu na aclimatação para os Jogos Olímpicos. Então, não vão faltar feijão e bons treinos para os nossos atletas”, completa Wilson.

O objetivo da CBJ é manter a estratégia que deu certo nos Jogos de Londres 2012 e do Rio 2016, quando a equipe olímpica concentrou-se em Sheffield e em Mangaratiba, respectivamente, para os últimos treinamentos antes das competições olímpicas.

A programação da seleção brasileira nessa primeira estada em Hamamatsu inclui reuniões com autoridades locais, visita dos atletas a escolas públicas e treinos com judocas japoneses.

Em Tóquio, a equipe manterá a rotina de treinos técnicos no período de 12 a 21 de junho. Está prevista também visita às obras das instalações olímpicas, como a Nippon Budokan, arena que receberá as competições de judô em 2020.

Veja abaixo os atletas convocados para o treinamento de campo em Hamamatsu/Tóquio:
Seleção Masculina
Eric Takabatake 60kg – FPJUDO/E.C. Pinheiros
Daniel Cargnin 66kg – FGJ/Sogipa
Charles Chibana 66kg – FPJUDO/E.C. Pinheiros
Eduardo Barbosa 73kg – FPJUDO/Clube Paineiras
Eduardo Yudy Santos 81kg – FPJUDO/E.C. Pinheiros
Rafael Macedo 90kg – FGJ/Sogipa
Rafael Buzacarini 100kg – FPJUDO/Clube Paineiras
Leonardo Gonçalves 100kg – FGJ/Sogipa
Rafael Silva +100kg – FPJUDO/E.C. Pinheiros
Ruan Isquierdo +100kg – FJERJ/Instituto Reação

Seleção Feminina
Stefannie Arissa Koyama 48kg – FPJUDO/E.C. Pinheiros
Erika Miranda 52kg – FGJ/Sogipa
Jéssica Pereira 52kg – FJERJ/Instituto Reação
Rafaela Silva 57kg – FJERJ/Instituto Reação
Mariana Silva 63kg – FMJ/Minas Tênis Clube
Maria Portela 70kg – FGJ/Sogipa
Samanta Soares 78kg – FPJUDO/E.C. Pinheiros
Maria Suelen Altheman +78kg – FPJUDO/E.C. Pinheiros
Beatriz Souza +78kg – FPJUDO/E.C. Pinheiros

Programação
Período – 6 a 22 de junho
6 de junho – Embarque aéreo
8 de junho – Chegada a Hamamatsu
8 a 12 de junho – Treinamento em Hamamatsu
12 a 21 de junho – Treinamento em Tóquio
22 de junho – Retorno
Fonte: Alternativa

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Reinauguração da casa brasileira no Meiji Mura

A casa brasileira dentro do Meiji Mura, um museu a céu aberto, foi reinaugurada em grande estilo com participações verde amarela

Meiji Mura
Meiji Mura é um imenso museu a céu aberto, onde as obras de arte são a arquitetura das edificações antigas, transportadas de sua origem ou reconstruídas em réplicas. Nesse parque e museu há um espaço onde 3 casas fazem o público relembrar da migração dos japoneses para outros países. A primeira delas é uma casa trazida de Seattle (EUA), a outra do Havaí e a terceira, do Brasil.

A casa brasileira do Meiji Mura é original, construída pelo casal Kubota, natural da província de Nagano, migrante em Registro-SP. Na época, o casal contratou 3 marceneiros japoneses para construí-la em 2 pisos, no melhor estilo japonês usando materiais brasileiros. A madeira para a construção foi retirada da floresta das terras desbravadas para posterior agricultura.

O piso inferior servia como um paiol e cozinha nos fundos, sendo que os quartos ficam no pavimento superior. A casa, que é um sobrado, foi edificada usando a madeira canela-preta como vigas, assim como para os assoalhos. Ficou pronta em 1919.

kasato maru japanCasa que simboliza a imigração japonesa no Brasil
Em março de 1.975 a casa chegou a Meiji Mura, como símbolo da luta e sacrifício dos imigrantes japoneses no Brasil. Tanto que no pavimento inferior, o visitante logo vê a réplica do navio Kasato-maru, o qual transportou os primeiros japoneses para as terras brasileiras. Aliás, uma réplica idêntica foi doada pelo Meiji Mura ao Brasil, no Museu da Imigração.

Com uma arquitetura considerada avançada para a época, a casa traz consigo as memórias impregnadas tanto nas suas paredes quanto nas ferramentas e objetos usados no dia a dia dos chamados “colonos” japoneses. São enxadas, serrotes, fogão a lenha, peneira de café, torradeira de café, entre outros, que remetem ao sacrifício e suor do trabalho desses desbravadores que contribuíram para a agricultura e desenvolvimento do Brasil.

A visita à casa faz o relógio voltar aos tempos dos ancestrais da maioria dos brasileiros que residem no Japão. Por isso, o passeio é imperdível.

Meiji Mura inauguração

Reinauguração com presenças ilustres japonesas e brasileiras
A casa de Registro, a qual foi registrada como patrimônio histórico em fevereiro de 2004, passou pela sua primeira reforma. Foram investidos 47 milhões de ienes em toda a reforma, desde a base ao telhado. Assim como a casa, os objetos lá dentro também passaram por polimentos e consertos.

A reinauguração foi marcada por uma solenidade, com corte de fita, como manda o figurino, na sexta-feira (28).

Abrilhantaram a solenidade o vice-prefeito da cidade de Inuyama (Aichi), Seiji Ozawa, presidente da Associação de Irmandade de Nakatsugawa (Gifu), Jun Sugimoto, direção do Meiji Mura e representante da Associação Internacional de Komaki, Tohoru Kanbe, pelo lado japonês, acrescidos do cônsul-geral do Brasil em Nagoia, Arnaldo Caiche D’Oliveira, acompanhados dos vice-cônsules Fábio Magalhães e Felipe Salgueiro. Também estiveram presentes um casal de artistas brasileiros em residência cultural na cidade de Quioto (província homônima), Rafael Lain e Angela Detanico, mais 23 alunos do ensino médio do Colégio Isaac Newton, de Minokamo (Gifu), acompanhados dos professores.

A cerimônia teve discursos, corte de fita, apresentação e explicações sobre a casa.

Intercâmbio cultural marca o almoço
Os alunos do Colégio Isaac Newton foram convidados pelo cônsul-geral para finalizar esse passeio e a participação na solenidade, para um almoço em um dos restaurantes do parque e museu.

Depois de saborearem um “omuraisu” (arroz embrulhado no omelete), os alunos comentaram sobre o passeio. Muitos deles visitaram o Meiji Mura pela primeira vez e acharam interessante observar detalhes arquitetônicos das obras.

Dois pontos altos marcaram o horário da sobremesa. O aluno Victor K. Saito se apresentou, revelando-se campeão da categoria júnior do Campeonato WATA, da arte marcial taekwondo.

O casal de artistas, Rafael e Angela, que reside na França há 15 anos, famoso no mundo, contou o que é a profissão de artista em uma mini palestra. Os jovens ouviram atentamente como se os neurônios do cérebro de cada um começassem a criar uma nova rede neural, tamanha a curiosidade despertada. De forma doce e suave, Angela descreveu o que é ser artista no mundo contemporâneo. Angela e Rafael responderam carinhosamente a cada uma das perguntas feitas pelos jovens.

Meiji Mura
Inaugurado em março de 1.965
Área: um milhão de metros quadrados
Total de obras arquitetônicas: 67
Parque e museu com áreas verdes, trem a vapor, lojas de souvenirs, restaurantes, cafés, amplo estacionamento, etc.
Endereço: Aichi-ken Inuyama-shi Uchiyama 1
Ingressos: ¥1.700 (adulto), ¥1.300 (3a. idade),¥1.000 (estudante colegial) e ¥600 (estudante do primário até ginasial). Há preços especiais para grupos fechados.
Web page: http://www.meijimura.com/
Fonte: Portal Mie

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Seguro para bicicletas será obrigatório também em Nagoya e Quioto

Nova regra deve valer em Nagoya a partir de outubro e em Quioto a partir de abril de 2018

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As províncias e cidades do Japão estão cada vez mais rigorosas com ciclistas, devido ao alto número de acidentes envolvendo pessoas na bicicleta, pedestres e automóveis.

Representantes das cidades de Nagoya (Aichi) e Quioto (província de mesmo nome) votaram a favor de um projeto que obriga ciclistas residentes a ter cadastro em um seguro para acidentes, informaram a CBC News e o jornal Yomiuri nesta sexta-feira (7).

O seguro já é obrigatório em algumas províncias do Japão, como Hyogo e Shiga.

Nesta semana, a cidade de Nagoya iniciou uma parceria com nove empresas de seguros para ampliar a divulgação da nova regra e disponibilizar um guichê de consultas sobre seguros de bicicleta para a população.

Na cidade, a obrigatoriedade do seguro deve valer a partir de outubro deste ano.

A cidade de Quioto também tomou medidas parecidas. Nesta semana, a prefeitura firmou contrato com nove empresas e organizações relacionadas a seguros. A ideia é fornecer mais informações sobre seguros para bicicletas e educação no trânsito para a população.

O projeto foi aprovado em fevereiro deste ano e deve valer para os setores de aluguéis de bicicleta a partir do próximo outubro. Para o público geral, a nova regra valerá a partir de abril de 2018, inicio do novo ano fiscal.

Em Quioto, os seguros aderidos pelos ciclistas deve ter cobertura superior a ¥100 milhões. Detalhes como planos e um setor de atendimento por telefone à população ainda estão sendo decididos. “Queremos uma taxa de 100% de adesão e para isto vamos seguir com um plano perfeito”, disse o prefeito de Quioto, Daisaku Kadogawa.

Por enquanto, o projeto não prevê multas por descumprimento e deve funcionar em acordo entre prefeitura, setores do ramo e ciclistas. Não foi divulgado se haverá fiscalizações aos usuários de bicicletas.
Fonte: Alternativa

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A polícia do Japão oferece aulas de artes marciais para estrangeiros

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Uma força policial japonesa está oferecendo aulas de artes marciais para turistas estrangeiros em uma tentativa de construir confiança e melhorar a proficiência em inglês dos oficiais, segundo o artigo divulgado pelo porta e.voz da policia da província de Shimane.

A iniciativa está ocorrendo na cidade de Matsue, província de Shimane, e segue envolvendo estudantes estrangeiros, o jornal Mainichi relata. A partir de março, os estrangeiros serão convidados a passar uma hora aprendendo os princípios do judo e do kendo, uma arte marcial praticada com espadas de bambu. Eles serão ensinados por policiais faixa preta, e espera-se que os instrutores possam conversar em inglês.

A força diz que as classes das artes marciais são parte de um programa para fazer a cidade mais segura e mais “amigável com os estrangeiros”. Os equipamentos – incluindo as espadas de kendo – pode ser emprestada pela delegacia.
Mais informações: www.pref.shimane.lg.jp/police
Fonte: IPC Digital

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Japão vai reciclar telefones antigos para criar medalhas para os Jogos Olímpicos de Tóquio de 2020

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Os smartphones possuem metais preciosos como; ouro, prata e bronze, tudo em pequena quantidade, esses metais fazem mal ao meio ambiente quando descartado de maneira errada.

Com uma política ecológica o Comitê Olímpico japonês pretende arrecadar aparelhos velhos doados pela população para criar as medalhas olímpicas dos jogos de 2020 que será realizado em Tóquio. Para cada medalha é necessário juntar cerca 5000 aparelhos.

Calcula-se que para dar conta de produzir todas as medalhas dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos será necessário juntar oito toneladas de aparelhos celulares. O movimento é parte de um esforço para a sustentabilidade dos jogos, essa é apenas umas das estratégias que estão sendo estudadas.

Os organizadores dos Jogos Olímpicos querem priorizar a sustentabilidade e implementar medidas que abrangem domínios económicos, sociais e ambientais em todas as fases do seu projeto.

O Comitê Olímpico do Japão vai começar a colocar caixas de coleta em escritórios e lojas de telecomunicações a partir de abril deste ano para começar a coletar desses aparelhos.
Fonte: IPC Digital com TBS

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Mesmo com muita neve 2.000 jovens participaram de uma cerimônia tradicional em Quioto

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A forte nevasca que atingiu algumas regiões do país,fez a Nippon Airways e Japan Airlines cancelarem 68 vôos, devido à neve e ventos fortes, afetando mais de 3.100 passageiros.

O shinkansen Tokaido e Sanyo foram forçados a reduzir a velocidade. Mas nem o mal tempo e os imprevistos causados por ele impediu, que 2000 jovens participassem da cerimônia especial da maior idade realizado em Quioto ( dom 15 ).

Mesmo debaixo de neve os jovens lançaram flechas em alvos a 60 metros de distância. O ritual simboliza a partida, da adolescência e o inicio da fase adulta. Ao lançar a flecha o jovem abre caminho para um novo horizonte que começa a partir dos 20 anos no Japão.

O centro de Tóquio registrou menos 2 graus e Nagoya chegou a alcançar mínimas de 3, e 6 graus. Osaka atingiu 0 graus.

Em algumas regiões de Tohoku, a neve acumulou 2,5 metros na cidade de Aomori até o domingo de manhã.

Na cidade de Tsunan, em Niigata, o acumulo foi 1,75 metros de neve.

Na área de Kanto-Koshin, a neve chegou a 80 cm.
Fonte: IPC Digital com JapanTimes