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Uso combinado de celular e My Number permitirá procedimentos sem necessidade de ir à prefeitura

Usuários poderão fazer matricula do filho na creche ou cadastro em benefícios do governo

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O governo japonês anunciou um novo sistema que promete facilitar procedimentos burocráticos a partir de 2017.

Moradores do arquipélago poderão utilizar o cartão do sistema My Number para realizar procedimentos como a matricula do filho na creche e cadastro em benefícios do governo sem a necessidade de comparecer a uma prefeitura.

De acordo com uma reportagem do jornal Yomiuri, o sistema de reconhecimento de identidade deve funcionar ao aproximar o cartão do sistema no aparelho telefônico.

O uso do My Number em procedimentos bancários ainda depende da adesão e do sucesso nos testes das instituições financeiras. Por enquanto, o Banco de Gunma (Gunma Bank) anunciou que está estudando as possibilidades e que testes serão realizados a partir de março do próximo ano.

Se for aprovado, os usuários da instituição financeira poderão utilizar o cartão como identificação no celular, o que servirá para solicitar envios de dinheiro e outros procedimentos.

No entanto, o sistema deve funcionar apenas em alguns smartphones específicos. A operadora NTT Docomo disse que a leitura dos cartões será possível em aparelhos produzidos pela fabricante Sharp Corporation.

Outras operadoras também estão analisando a venda de aparelhos que permitem a tecnologia e, com o tempo, o número de modelos deverá ser ampliado.
Fonte: Alternativa

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Chineses estão perdendo interesse em trabalhar no Japão, diz mídia

Dados mostram que número de estagiários chineses caiu de 107 mil em 2013 para 89 mil em 2015

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O sistema de estágios do governo do Japão, frequentemente criticado por explorar mão de obra barata de países da Ásia, pode estar prestes a sofrer uma crise em consequência das condições de trabalho.

A agência de notícias Xinhua divulgou recentemente uma reportagem sobre a perda de interesse dos chineses em trabalhar no Japão.

O Japão sempre foi um excelente alvo para os trabalhadores que querem juntar dinheiro no exterior. Por ser um país com uma excelente organização social e por ter um serviço atencioso, o arquipélago é também um das nações mais atrativas aos turistas chineses.

Porém, a “atração” relacionada às condições de trabalho vem caindo para os residentes do país vizinho.

Na reportagem, um porta-voz de uma organização que presta serviços para trabalhar no exterior, focada na província de Shandong (ao oeste da China), disse que a procura para trabalhar no Japão está cada vez mais baixa.

“Os salários vem aumentando na China e isso faz com que muitas pessoas prefiram trabalhar no país de origem. Os jovens também não querem largar suas terras natais para enfrentar trabalhos rigorosos em outro país”, sugeriu.

Os dados do Ministério da Justiça do Japão provam que, de fato, o interesse chinês pelo arquipélago já não é mais o mesmo. Em 2013, 107.174 residentes da China faziam parte do programa de estágios. Em 2014, o número caiu para 100.093 e, em 2015, para 89.086 estagiários.

No fim de outubro, uma reunião na câmara baixa do parlamento japonês decidiu ampliar as possibilidades de estágio também para as instituições que cuidam de idosos. O governo quer agora que estrangeiros venham trabalhar como cuidador de idosos, mas as candidaturas podem não atender as expectativas.

“Não é apenas a técnica, há ainda a rigorosa exigência de falar bem japonês. Além disso, há poucas pessoas interessadas em trabalhar cuidando de idosos aqui na China, quem dirá no Japão”, comentou o funcionário.

Questões que envolvem as melhorias do mercado de trabalho chinês e a preferência dos nativos pesam, mas não são as únicas justificativas para esta mudança.

O sistema de estágios do governo japonês não possui meios de fiscalização atualmente e muitos estrangeiros acabam sofrendo abusos em seus locais de trabalho. Esta realidade já provocou fugas, suicídios e processos na justiça contra as empresas.

As experiências de quem já atuou como estagiário no Japão e as notícias sobre o assunto foram responsáveis por construir uma imagem negativa em muitos chineses, o que influência também no baixo interesse.
Fonte: Alternativa

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Participação brasileira no Wakaba International Festival

A 3ª edição do TsurugashiMarché vai contar novamente com o Wakaba International Festival. É uma festa multicultural, que vai desde os sabores, às cores e à dança, na cidade de Tsurugashia (Saitama).

Da programação constam apresentações de orquestra, harpa paraguaia, dança chilena, música brasileira com Armando & Marina, cover do The Beatles, percussão do Senegal, blues com Fat Mama, dança do ventre, capoeira, dança peruana e Samba de Kizomba.

Além de tudo isso, ainda tem barracas de comidas típicas. É uma festa voltada para os familiares e amigos, para passarem horas agradáveis.

Data e horário: 2 de outubro, das 10 às 16h00
Local: Praça da saída oeste da estação Wakaba (linha Tobu Tojo – Wakaba-Eki Nishi-guchi Eki-mae Hiroba)

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Fonte: IPC Digital

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Japão: moedas comemorativas às Olimpíadas e Paralimpíadas 2020 com ipê amarelo e sakura

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Em número limitadíssimo, o Ministério das Finanças do Japão anunciou nesta quarta-feira (24), o lançamento das moedas de mil ienes, comemorativas às Olimpíadas e Paralimpíadas Tokyo 2020.

Elas trazem ilustrações da flor de cerejeira (sakura), símbolo do país, e o ipê amarelo, flor que simboliza o Brasil, por ter sido o país que repassou os jogos olímpicos para o Japão. É a primeira vez que o país emite moedas coloridas.

Elas são cunhadas em prata com acabamento em prata esterlina, pesam 31,1 gramas e tem 40 mm de diâmetro. O preço final de cada uma delas é de 9.500 ienes.

O governo emitirá apenas 50 mil unidades referentes às Olimpíadas e o mesmo lote para as Paralimpíadas. Serão aceitos pedidos a partir de setembro, através do Japan Mint e deverão ser entregues a partir de dezembro deste ano.
Fonte: IPC Digital

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Fogos de artifício e 2 mil lanternas vão iluminar lago em Hamamatsu no domingo

O evento é bastante apreciado e reuniu 70 mil pessoas no ano passado

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O maior complexo de fontes termais do lago Hamana, em Hamamatsu (Shizuoka), realiza neste domingo (24) um evento com lanternas na água e show de fogos de artifício.

Milhares de lanternas serão lançadas no lago, ao longo do Kanzanji Onsen, carregando pedidos dos participantes.

A cena das lanternas navegando pelo lago, com os fogos de artifício no céu, tem atraído muitos visitantes todos os anos. Em 2015, o evento foi assistido por 70 mil pessoas.

O espetáculo com 2 mil lanternas e 3 mil fogos de artifício pode ser visto gratuitamente do lago. Ou então dos quartos de 14 hotéis que ficam lotados nessa época.

O lançamento das lanternas no lago começa às 19h30 e o show de fogos às 19h50, com previsão de duração de pouco mais de uma hora.

É possível também apreciar o evento de assentos pagos que custam ¥1.500 para adultos e ¥1.000 para crianças. Pedidos e preces podem ser colocados gratuitamente nas lanternas.

Mais informações: www.kanzanji.gr.jp/event/1539/
Fonte: Alternativa

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Os conjuntos habitacionais da UR (danchi) vão ter lojas de conveniência

loja_conveniencia_japaoAs 3 grandes redes de lojas de conveniência do arquipélago japonês estão avançado nas negociações para instalar suas lojas nos pontos comerciais desocupados, dentro da área dos conjuntos habitacionais da UR, chamados de danchi, antigo kodan. A perspectiva é de 100 lojas iniciais, com objetivo de ter como público alvo os inquilinos idosos, a fim de facilitar a vida deles. Também pensam em oferecer serviços de faxina doméstica.

A UR-Urban Renaissance Agency gerencia, todo o país, 1.664 conjuntos habitacionais, o que significam 740 mil unidades residenciais. Cerca de 40% dessas unidades são ocupadas por famílias de idosos. Segundo a UR, cerca de 200 mortes solitárias ocorrem anualmente nessas residências, de idosos que vivem sozinhos. O responsável da UR declarou ao Asahi: “Queremos criar um ambiente em que os idosos possam viver com paz de espírito tendo as locais de lojas de conveniência como pontos centrais da vida deles.”

Negociações com amplo leque de serviços
Nesta terça-feira (5/jul) as negociações deverão ser fechadas entre UR e Family Mart, Seven Eleven e Lawson, em parceria, para ocupar os pontos comerciais desocupados, a começar pelas regiões da área metropolitana da capital japonesa e Kinki.

Entre os artigos que ganharão destaque são as variedades de alimentos para o almoço e jantar, além dos úteis para o cotidiano. As 3 redes pretendem oferecer serviços de limpeza doméstica, pequenos consertos e entrega das compras. Também, pretendem se transformar em guichê de atendimento nos sábados, domingos, feriados e a noite, quando o administrador do conjunto habitacional está de folga. Além disso, algumas lojas pretendem oferecer espaços para eat in, ou balcões e mesas para que os clientes possam se servir de alimentos no local, além de proporcionar radio taiso, como ponto de encontro entre os idosos.

As lojas de conveniência pretendem atender à demanda dos grandes conjuntos habitacionais e melhorar a imagem corporativa.
Fonte: IPC Digiatl com Asahi Shimbun

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Número de estrangeiros ilegais trabalhando em fazendas no Japão aumenta acentuadamente

Ibaraki e Chiba são as províncias com mais estrangeiros ilegais trabahando em fazendas

trabalhadores estrangeiros ilegais no JapãoO número de estrangeiros que trabalham ilegalmente em fazendas em todo o país triplicou no período de três anos que terminou em 2015, de acordo com dados do governo.

As conclusões destacam as dificuldades enfrentadas pelo setor agrícola do Japão, incluindo a escassez de mão-de-obra e a idade avançada de muitos dos agricultores do país.

Entre todos os trabalhadores estrangeiros ilegais sujeitos a deportação em 2015, o maior número – 1.744 pessoas, ou 21,9 por cento – estava trabalhando no sector da agricultura. O número aponta um aumento de 946 pessoas em relação a 2014, 695 em 2013 e 592 a mais que em 2012, de acordo com o Ministério da Justiça, publicou o site The Japan Times.

O ministério também encontrou uma concentração de trabalhadores agrícolas ilegais em fazendas em Ibaraki e Chiba, que são facilmente acessíveis a partir de Tóquio.

A idade média dos agricultores do país é agora de 66,4 anos, e o fato de que muitos não têm ninguém para sucedê-los tornou-se um problema social grave.

“Eu simplesmente não consigo manter o meu negócio a menos que eu contrate trabalhadores ilegais, mesmo que isso signifique violar a lei”, disse um agricultor de 62 de Ibaraki.

O governo permite esquemas em que os agricultores podem empregar trabalhadores estrangeiros legalmente, incluindo um programa de estágio técnico para as pessoas de países em desenvolvimento. Cerca de 24 mil estrangeiros estavam trabalhando em fazendas japonesas no ano fiscal de 2014 sob o programa de treinamento, de acordo com uma estimativa do Ministério da Agricultura, Florestas e Pescas.

Desde que o governo começou a compilar esses dados, em 1991, Tóquio sempre apareceu no topo da lista das 47 províncias com o maior número de trabalhadores estrangeiros ilegais. Mas no ano passado, a capital japonesa ficou em terceiro lugar, atrás de Ibaraki, com 1.714 trabalhadores ilegais e Chiba, com 1.238.

Um funcionário da imigração disse acredita-se que cerca de 5.000 trabalhadores sem documentos estão trabalhando atualmente em Ibaraki.

Por nacionalidades, os Chineses são o maior grupo de trabalhadores estrangeiros ilegais, seguidos da Tailândia e Vietnã.

O número de estrangeiros que continuaram no Japão após a expiração de seus vistos aumentou em 2015. O aumento veio depois que o governo diminuiu os requerimentos para vistos de turistas para visitantes de países asiáticos.
Fonte: Alternativa